Entidades Comunitárias





























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Escritório Rua João Fernandes Vieira, 190, Boa Vista (PE)
Tel.: (81) 3035.8989 / 3035.8985
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Fortalecimento da Sociedade Civil



No eixo de fortalecimento das organizações da sociedade civil o Projeto prevê a criação de mecanismos que favoreçam a participação comunitária dentro e fora do Projeto e o diálogo das organizações com o poder público, com a criação de um Fórum Interinstitucional de Articulação de ações para melhoria da área. Ainda com enfoque no fortalecimento destas entidades, serão oferecidos cursos e capacitações que visem a sustentabilidade administrativo-financeira delas e serão desenvolvidos encontros formativos que tem como objetivo aprofundar a historia, missão e papel da sociedade civil e suas relações com o poder público. Além disso, por meio do Projeto Comunidade Viva, seis projetos propostos pelas entidades serão financiados e três equipamentos comunitários por elas apontados serão construídos, ampliados ou reformados.
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Geração de Trabalho e Renda

No que diz respeito à geração de trabalho e renda será desenvolvido junto a um grupo de 90 jovens um curso técnico-profissional com articulação e inserção destes no mercado de trabalho. Serão oferecidas também capacitações para 150 adultos, prevendo a inserção no mercado de trabalho. Tanto para os jovens quanto para os adultos, 60% do contingente a ser beneficiado deverá ser formado por mulheres, respeitando a questão de gênero transversal a todo o Projeto.
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A Realidade Social

Apesar da riqueza do patrimônio histórico e cultural, Olinda apresenta bolsões de pobreza no seu território. Entre esses bolsões destacam-se um conjunto de seis comunidades contíguas à margem do Rio Beberibe sendo elas Passarinho, Caixa d’Água, Beberibe, Peixinhos, Azeitona e Varadouro, que juntas possuem uma população de 62.401 habitantes, correspondente a 17% da população do município. É a essas comunidades que o Projeto se volta com o objetivo de melhorar as condições de vida dos seus moradores.





Grande parte da população não apresenta esgotamento sanitário adequado, a taxa de analfabetismo, principalmente nas faixas etárias mais avançadas, é alta e, em sua maioria, os chefes de domícilio ganham até um salário mínimo. A falta de segurança é um dos grandes problemas das comunidades, inviabilizando uma vida digna.







Por meio de diagnóstico social e econômico[1] realizado na área de intervenção do Projeto, os principais problemas comuns diagnosticados estão relacionados à precária infra-estrutura e à insalubridade. A ausência do sistema de coleta de esgotamento é a principal queixa da população, seguido dos problemas de drenagem em decorrência dos frequentes alagamentos e inundações. Entre os problemas físicos estão a falta de rede de água. O acúmulo de lixo e a falta de coleta regular também são pontos críticos detectados. A incidência de ratos é bastante relatada pelos moradores, completando o quadro de insalubridade a que estão submetidos os habitantes das áreas mais críticas.





São áreas críticas da poligonal do Projeto, o ambiente ribeirinho, resultante de aterramentos. Esta área está mais sujeita a alagamentos e possui as piores condições sociais e econômicas. Nela se concentram ocupações irregulares, caracterizadas por umidade, falta de saneamento, drenagem, coleta de lixo, uso dos canais para disposição dos dejetos. Grande parte das casas são de madeirite e papelão e não possuem esgoto. As ligações dos poucos banheiros existentes são feitas diretamente para o rio.
A situação econômica da maioria das famílias também é precária. Numa das áreas de intervenção do Projeto (Azeitona) os problemas sociais levantados nas comunidades evidenciaram ainda as questões de desemprego (tanto para jovens, quanto para homens e mulheres), a violência e a presença de drogas (consequência da ociosidade apresentada na comunidade e da falta de oportunidade dada aos moradores).




[1] Fonte: Villarosa (2009), Diagnóstico Rápido Participativo.
[2] Fonte: IBGE (2000), Censo Demográfico de Olinda, agregado por setor censitário
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Parceiros do Projeto

A Fundação AVSI executa o Projeto em parceria com a ONG CDM, tendo como associados o Governo do Estado de Pernambuco e a Prefeitura Municipal de Olinda por meio do Programa de Infra-Estrutura e Urbanização de áreas carentes - PROMETRÓPOLE, sendo a entidade financiadora a União Europeia.

Além dos parceiros institucionais, as organizações da sociedade civil, os jovens e adultos tornam-se não apenas beneficiários das ações, mas atores fundamentais do Projeto e do desenvolvimento social.

O Projeto conta ainda com uma rede de atores e instituições que colaboram para executar ações, articular e desenvolver parcerias.






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O projeto

Com foco na redução da pobreza e partindo do princípio que o desenvolvimento social abrange não somente ações de intervenção física (infra-estrutura e urbanização), uma articulação entre o governo do estado de Pernambuco, por meio do Programa PROMETRÓPOLE e a Fundação AVSI é iniciada.

Como fruto desta parceria e juntamente com a Prefeitura Municipal de Olinda e a ONG CDM, nasce o Projeto de Redução de Pobreza de Áreas Carentes Urbanas do Município de Olinda – Comunidade Viva: A Pessoa no centro do Desenvolvimento.

Orçado em 936.665,42 euros (75% financiados pela União Europeia e 25% restante pela Fundação AVSI e governo do estado), o Projeto visa integrar ações de infra-estrutura do PROMETRÓPOLE e PAC com ações de desenvolvimento social.

Com duração de dois anos o Projeto Comunidade Viva nas áreas de maior vulnerabilidade de Olinda (Passarinho, Caixa d’Água, Beberibe, Peixinhos, Azeitona e Varadouro).

As ações do Projeto são voltadas para o fortalecimento da sociedade civil, por meio de suas organizações e entidades e para formação e geração de trabalho e renda para jovens e adultos, com enfoque especial às questões de gênero.

Jovens - Formação de Aprendizes na Construção Civil

Adultos - Qualificações nas áreas Têxtil, Construção Civil, Camareira e Alimentos
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