Associação de Moradores é contemplada com reforma


A Associação de Moradores de Caixa d’Água, bairro de 19.207 habitantes de Olinda, será contemplada com a Reforma da sua sede. O benefício faz parte das ações estratégicas de fortalecimento de organizações da sociedade civil do Projeto Comunidade Viva, executado pela Fundação AVSI, em parceira com a ONG CDM, Prefeitura de Olinda e Governo do Estado, por meio do Programa PROMETRÓPOLE.


A entidade foi a única que conseguiu cumprir legalmente com as documentações de Estatuto Social, CNPJ, Escritura pública registrada em Cartório de Registro de Imóveis e certidões negativas de débitos perante o FGTS e o INSS e os Tesouros Municipal, Estadual e Federal, solicitadas no II Regulamento lançado para as 80 organizações participantes do Projeto.


A comunidade sai vencedora. “Nada melhor que um espaço em boas condições para se realizar cursos para jovens e adultos, aulas de reforço e outras atividades”, vibrou o 1º secretário da Associação, Humberto Arruda. De acordo com Arruda, a Associação vai buscar outros recursos e parceiros para poder potencializar a ação da Reforma.


Fez parte ainda deste II processo seletivo para Reforma de entidades o Grupo Gazela Negra que atua em Azeitona.
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Trabalho em rede é tema de encontro formativo com organizações comunitárias


“Essa ciranda não é minha só, ela é de todos nós, ela é de todos...”.
Cantando uma ciranda, envolvendo homens, mulheres, idosos, negros, brancos, pessoas com deficiência. Assim foi a abertura do II encontro formativo do Projeto Comunidade Viva com representantes de organizações comunitárias de Olinda, que aconteceu na última quinta-feira (03), no Centro Tecnológico de Peixinhos.

Tendo como tema Organização da Sociedade Civil e Rede Social e sendo facilitado pelo Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), por meio da socióloga Delma Martins, as dinâmicas se centraram nas dificuldades, no que é necessário e no que existe de positivo na comunidade para se constituir uma rede.
Para os participantes, cooperação, aceitação das diferenças e capacitação são elementos importantes para se formar uma rede. Já o individualismo, a falta de comunicação e união entre as entidades e a falta de apoio do poder público foram algumas dificuldades apontadas. “Que todos façam uma reflexão sobre a necessidade da sociedade civil fazer uma autocrítica sobre como estamos atuando em rede”, expressou Rogério Bezerra do Movimento Cultural Boca do Lixo.

Como pontos positivos foram indicados a história de luta das organizações, a participação da mulher nos espaços de articulação e a capacitação de parceiros de fora da comunidade.

Encontros formativos – Com a proposta de discutir o papel da sociedade civil e suas relações com o poder público, os encontros formativos acontecem a cada dois meses.


Como a temática “Rede Social” é muito ampla, mais um encontro está sendo planejado para aprofundar este assunto. Haverá ainda encontros sobre gestão ambiental, turismo sustentável, conselhos, gênero e igualdade racial e serviços e programas governamentais.
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